Princípios

Qualquer texto, vídeo ou artigo publicado no site Dá O Que Pensar partirá de alguns princípios básicos. Sempre nos perguntaremos:

  • ele agrega informação valiosa para o leitor?
  • é informação que, independente de nossa concordância ou não, ajuda a reflexão sobre o nosso mundo, nosso país e a nossa vida?
  • o texto oferece alerta ou esperança – factível – sobre aspectos importantes da vida humana, como saúde, alimentação e estilo de vida?

Dessa forma, esperamos cumprir nossa missão: informar, analisar os fatos e contribuir para a elevação do nível dos debates públicos, para a cultura em geral e, em última instância, para a elevação do nível civilizatório da sociedade em que vivemos.

Não temos a pretensão da onisciência, tampouco da infalibilidade. Dessa forma, divulgaremos com admiração textos e reflexões que nos pareçam merecedores de maior exposição e repercussão, sempre respeitando o crédito do autor. Não temos compromisso com o erro, portanto, uma vez alertados, corrigiremos sem qualquer constrangimento.

Por acreditarmos num mundo melhor, odiamos o fascismo, o racismo, o machismo, a homofobia, a xenofobia e qualquer tipo de discriminação – inclusive a demofobia, que penetra sutilmente em nosso dia-a-dia através da mídia e até da cultura, estigmatizando um povo que trabalha duro, é criativo, é alegre – apesar de tudo – e merece respeito.

Acreditamos no internacionalismo, na paz e colaboração entre os povos, e, por isso mesmo, dialeticamente, consideramos que o equilíbrio verdadeiro entre as nações será possível quando todos os países forem de fato soberanos. Nessa perspectiva é que nos consideramos ‘nacionalistas’, como reação salutar a imperialismos ou dominações – econômicas, culturais, militares… – inaceitáveis por princípio.

Defendemos, portanto, a autodeterminação dos povos e o princípio da não-ingerência.

Não temos vínculos político-partidários, nem religiosos. Nesses campos, defendemos a irrestrita liberdade, o respeito às diferenças e a convivência civilizada. Isso inclui o debate de ideias, mesmo que às vezes com certa veemência, mas jamais a agressão, a mentira, a calúnia.

Acreditamos na democracia – ampla, geral e irrestrita -, na liberdade e nos direitos humanos. Reconhecemos que a democracia é fruto da construção histórica de cada país e pode, sim, ser mais avançada ou mais restrita, e vai além dos direitos civis. Mas isso é apenas nossa maneira de ver. Não é um modelo único, nem pronto e acabado que possa ser imposto por terceiros. Cada povo tem suas verdades e seu caminho em busca da felicidade.

Acreditamos no Brasil. No nosso povo e na nossa cultura. Certamente sofremos de muitos males, alguns bem grandes e de difícil solução. As forças do atraso são poderosas. E as forças progressistas nem sempre demonstram clareza, coragem ou competência em suas ações.

Mas este é o desafio. Ao invés de desanimar, trabalhar para suprir as carências – e uma delas é a de informação relevante. Somos apenas um grão de areia na orla, mas aqui tentará se encaixar este Dá O Que Pensar. Se nossa existência ajudar – um pouco que seja – a impedir que ondas insensatas avancem para cima das pessoas, já teremos cumprido um papel.